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Rendimento Básico Incondicional

Rendimento Básico Incondicional

RBI (para Totós)

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Rendimento Básico Incondicional (para tótós) .
 
Este é um caminho para tornar a simples existência numa vida digna.
Eis algumas das razões para que este assunto se torne central e vital quando pensamos no futuro do bem estar da Humanidade. 
 
Não existe escassez de bens. Antes sim, desperdiçamos cerca de 40%. As pessoas não têm acesso ao dinheiro por não terem acesso ao trabalho, graças à evolução tecnológica e à globalização que leva à procura de países onde a produção seja mais barata, tornando também estas vidas numa nova forma de escravatura. 
 
Sem as preocupações decorrentes de como encontrar dinheiro para as necessidades básicas, o RBI oferece uma via que prima pela autonomia da vida das pessoas: 
-sem doenças mentais, crime, pobreza, ódio pelo trabalho que se faz logo baixa produtividade, dá-se oportunidade ao desenvolvimento das infinitas possibilidades de se fazer o que se gosta, aumentando a produtividade real no trabalho, aumentando o tempo de lazer, tempo para criar, cuidar dos filhos e da família, ligar-se ao crescimento espiritual, brincar...
 
A Finlândia, a Suiça, algumas cidades da Holanda, o Canadá já o começam a praticar ou apostam na sua implementação para breve. 
O dinheiro existe, sob a forma de impostos e embrulhado em processos burocráticos, pouco transparentes e pouco éticos. 
Cortando a burocracia, a transparência deixa de ser um mito, a eficácia de todo o processo é real porque o apoio chega directamente às pessoas.
 
Caminhamos para o absurdo impensável pós era-industrial: o trabalho para todos está a escassear. Nesta encruzilhada uma nova via tem de ser pensada.
Quem não tem trabalho sofre para sobreviver. Torna-se excluído, vive com medo e fica doente. Aumenta a pobreza e o trabalho quase escravo.
Em simultâneo, uma horda de desempregados excluídos coloca os ordenados dos que trabalham sob uma enorme pressão para baixarem. 
Os que têm trabalho, efectivamente trabalham horas a mais, para ganhar menos, com medo de perder o seu trabalho para os que lá foram acenam: «estou desempregado e não me importo de ganhar menos».
Consequentemente ficam sem tempo para viver, sendo que nem sequer está garantido que produzam eficazmente. Vivem com medo e ficam doentes.
 
Chama-se a todo este cenário, escravatura, só que os escravos tiveram carta de alforria para morar nas suas casas, ou debaixo da ponte conforme os casos...
De onde vem o dinheiro? Façam-se as contas ao que cada estado gasta de impostos em apenas duas áreas :subsídios sociais e saúde.
Nem falo no dinheiro que vai para alimentar as guerras diversas. 
Se eu tenho 1000 posso gastar mil e colocá-lo em circulação. Se nada tiver, sou pobre, doente e não posso colocar dinheiro a circular. 
Já dizia o outro, "é a economia estúpido"!
 
Não me vou deixar engolir nem pactuar com a banalidade do mal dos nossos tempos sem questionar. Precisamos colectivamente encontrar respostas porque há outros caminhos. O da coesão e cooperação entre os homens é uma via.
 

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